Criança

5 coisas que você precisa saber sobre as primeiras noites do bebê em casa

Você pode ter lido todos os livros sobre maternidade, decorado os conselhos da família, dos médicos e amigos, mas os desafios das primeiras noites do bebê em casa podem causar uma certa angústia em pais de primeira viagem. Veja nossas dicas a seguir e fique preparada para esse momento:

5 questões a considerar nas primeiras noites do bebê

1. O lugar do berço

Muitos pais se perguntam qual o melhor lugar para deixar o berço nas primeiras noites do bebê em casa: no quarto do casal ou no quarto do bebê? Essa é uma resposta que você só encontrará na prática, porque o comportamento varia entre as famílias e os recém-nascidos.

A recomendação geral é que, pelo menos nas duas primeiras semanas após a chegada do bebê, o berço fique no quarto dos pais, ao lado da mamãe e, preferencialmente, com uma poltrona próxima, para facilitar o conforto na hora a amamentação. Assim, os pais ficam mais tranquilos e aprendem sobre os horários de fome e sono da criança.

2. Big Brother Bebê

Se depois as primeiras noites do bebê em casa o casal quiser colocar o berço no quarto do bebê, ou se já tiverem colocado a criança para dormir no quarto desde que chegou em casa, você pode contar com o auxílio da tecnologia para ficar mais tranquila enquanto estiver longe do seu filho.

Além da famosa babá eletrônica, existem no mercado diversos equipamentos de monitoramento por meio de vídeo e com áudio, assim, você pode ver e ouvir o que acontece no quarto do pequeno.

3. Barriga para cima

Quando colocar o bebê no berço para dormir, siga a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, da Unicef e do Ministério da Saúde, que orientam que os bebês sejam sempre posicionados com a barriga para cima e a cabeça de lado ou para frente. Essa posição diminui o risco de morte súbita.

Para o conforto do recém-nascido a sugestão é que os pais coloquem um travesseiro antirrefluxo para que a cabeça do bebê fique mais firme.

4. Chorou, mamou?

Muitos pais ficam preocupados em relação à amamentação à noite. É preciso acordar o bebê para alimentá-lo? É preciso seguir o intervalo de alimentação a cada 3 horas também durante a madrugada? Como saber quando o recém-nascido está com fome?

O ideal é que, no primeiro mês de vida, o bebê seja alimentado no sistema conhecido pelos especialistas como alimentação por livre demanda, ou seja, quando o recém-nascido estiver com fome, ele indicará utilizando a única forma de comunicação que dispõe: o choro. Por isso, se o bebê mamou antes dormir, não se preocupe em acordá-lo, ele vai despertar naturalmente quando estiver com fome.

Depois das primeiras 30 noites, você vai perceber que o número de vezes em que ele acorda para as mamadas diminui. Aí sim você poderá estabelecer o esquema de alimentar o bebê de 3 em 3 horas.

5. Alimentação materna para evitar as cólicas

Como o aparelho digestivo do bebê ainda não está completamente protegido, as cólicas podem causar muito desconforto e atrapalhar as primeiras noites do bebê em casa. Um jeito de evitar esse problema quando o recém-nascido estiver recebendo o aleitamento materno é dar uma atenção especial à alimentação da mãe.

Não existe restrição alimentar com comprovação científica até o momento que funcione para todos os bebês. O que se deve é observar se algum alimento que a mãe ingere causa desconforto no bebê e, neste caso, restringir este consumo. Não há uma regra alimentar para diminuir ou evitar cólicas. Deve-se avaliar caso a caso individualmente o caso de cada bebê.

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Essas são algumas dicas simples que podem fazer toda a diferença nas primeiras noites do bebê em casa, mas o próprio recém-nascido é que vai te ensinar na prática quais são as melhores soluções para dias e noites mais tranquilos.

Como foi sua experiência nas primeiras noites do bebê em casa? Você tem outras dicas para tornar esse momento mais tranquilo para os pais? Compartilhe conosco!

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    Dra. Mariana Mader Pires de Castro

    Dra. Mariana Mader Pires de Castro

    (CRM: 876879RJ)
    Graduação em Medicina pela Universidade Estácio de Sá;
    Residência Médica em Pediatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
    Residência Médica em Endocrinologia Pediátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
    Certificado de Atuação na Área de Endocrinologia Pediátrica (CAAEP)- RJ; Mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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