Gravidez

Anestesia em gestantes: tudo que você precisa saber!

Não tem jeito: as grávidas passam os nove meses organizando os preparativos para a chegada do bebê. Durante o período, é comum que uma série de dúvidas e preocupações comecem a surgir, sejam elas relacionadas ao universo da amamentação, sejam relativas aos cuidados com o filhote, ou até mesmo à anestesia que será utilizada durante o procedimento. Mas, afinal, você sabe quais são os tipos de anestesias disponíveis e quando elas devem ser usadas?Ao longo da leitura, você conhecerá tudo sobre a anestesia em gestantes — o que são, para que servem, quando são recomendadas e os principais riscos.

Para todos os partos, existem medicamentos exclusivos para diminuir a dor e fazer com que o momento seja o mais confortável possível. Para solucionar de vez todas essas questões para lá de importantes, criamos um material completo sobre o assunto. Vamos lá?

Quais são os tipos de anestesia existentes?

Antes de descobrir quais são os tipos de anestesia existentes, que tal se familiarizar com os termos utilizados no campo médico?

Para começar, vamos explicar um pouco sobre a anestesia: uma substância usada para diminuir ou acabar com a sensibilidade e a mobilidade da paciente. Normalmente, ela é administrada nas cesáreas. Já a analgesia, por sua vez, consiste na redução ou abolição da sensibilidade dolorosa, sendo mais frequente nos partos normais.

Ficou difícil de entender? A gente explica: quando uma futura mamãe opta pelo parto cesárea, os médicos precisam proporcionar o alívio completo da dor, bem como o relaxamento de toda a musculatura da região abdominal.

Esse cuidado é essencial para facilitar o trabalho do obstetra e, consequentemente, a retirada do bebê. Por outro lado, quando o parto é normal, é preciso que a paciente continue sentindo as contrações do útero, mas, sem ter dor, facilitando todo o procedimento.

Agora que você já conheceu os termos, é a hora de se aprofundar nas técnicas utilizadas pelos profissionais. Atualmente, os tipos de anestesia mais comuns durante o parto, são a peridural e a raquidiana. A seguir, explicaremos melhor sobre elas.

Dica: Conheça 4 tipos de anestesia para parto

1. Anestesia peridural

A anestesia peridural é constantemente usada durante o parto normal. Nesse caso, o medicamento é injetado na região peridural, que fica localizada perto do canal espinhal. A aplicação é realizada aos poucos, e com o auxílio de um cateter fino. O efeito pode ser notado em, aproximadamente, dez minutos e, após tomá-la, a mulher conseguirá andar tranquilamente.

Algumas pessoas acreditam que a anestesia peridural pode atrapalhar o trabalho de parto. Bobagem! Explicamos: antigamente, os médicos utilizavam uma grande quantidade desse medicamento e, como resultado, as mulheres realmente tinham dificuldade para fazer força durante as contrações.

Acontece que, atualmente, isso não é mais um problema, já que as equipes médicas são extremamente capacitadas e os profissionais sabem utilizar a dose de anestésico exata para não comprometer o processo. Quando dosada adequadamente, essa substância, inclusive, consegue ajudar na dilatação, uma vez que a mamãe fica mais tranquila e relaxada.

Também é fundamental ressaltar que existem outras formas, não medicamentosas, de diminuir as dores e incômodos do parto normal. Exemplos disso são as massagens.

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Quando deve ser aplicada

Muitas pessoas não imaginam, mas essa analgesia pode ser aplicada em qualquer etapa do trabalho de parto — até mesmo no momento em que a paciente estiver fazendo força para parir o bebê. O que determinará o tempo exato para que a substância seja aplicada é a sua tolerância à dor.

Por essa razão, a recomendação é que a mulher não espere muito para pedir a medicação, caso não esteja suportando os incômodos. Vale lembrar que, conforme o trabalho de parto vai avançando, a dor também aumenta e, com isso, fica mais difícil para que a paciente permaneça na posição adequada para que o anestésico seja aplicado. Além disso, quanto maior a dor, torna-se necessário utilizar mais anestésico e precisa-se de mais tempo para cessa-la completamente.

Benefícios

Ao tomar a anestesia peridural, é possível que a mulher aproveite alguns benefícios que o medicamento oferece durante o parto normal. Os principais deles são:

  • boa parte das pacientes param de sentir completamente a dor;
  • a futura mamãe ficará consciente ao longo do processo. Ou seja, você conseguirá ver o seu bebê nascer;
  • o medicamento é excelente para controlar a hipertensão arterial.

Efeitos colaterais

Se você está pensando em fazer um parto normal, é preciso ter em mente que a anestesia peridural é um medicamento e, assim como qualquer outro, pode provocar algumas reações adversas, que variam para cada tipo de organismo. Entre os efeitos da anestesia, podemos destacar: dor de cabeça, tremedeira, febre, sensação de falta de controle, e dificuldade para urinar.

Existem ainda situações em que a mulher fica anestesiada mais de um lado do que de outro, também sendo possível que uma parte do abdômen fique adormecida. Além disso, existe um mínimo risco de ser necessária a utilização de instrumentos para auxiliar no procedimento, como é o caso das ventosas ou fórceps.

Dica: Tipos de partos: qual é o ideal para mim e meu bebê?

Recomendações

Para facilitar essa tarefa e evitar problemas na hora do parto, há algumas dicas especiais que as pacientes podem seguir. Quer saber quais são elas? Dê uma olhadinha a seguir:

  • na hora da aplicação do medicamento, procure ficar totalmente imóvel. Essa cautela certamente facilitará o trabalho do profissional;
  • enquanto o anestesista estiver injetando o medicamento, tente se concentrar na sua respiração. Puxe o ar bem fundo, soltando levemente pela boca. Quanto mais calma você estiver, melhor;
  • se estiver com medo, converse com o seu obstetra e veja a possibilidade de usar uma dosagem menor de anestesia. Isso fará com que você não sinta dor e continue tendo os movimentos para andar e fazer com que o bebê se posicione mais rápido para nascer.

2. Anestesia raquidiana

Outro tipo de anestesia é a raquidiana, muito usada nos partos cesárea. Diferente da peridural, essa não é injetada aos poucos, mas sim em dose única. Funciona da seguinte maneira: o anestesista insere uma agulha fina nas costas, até atingir a coluna espinhal. Depois disso, o medicamento é injetado dentro do líquido espinhal, também conhecido como líquor.

Ao entrar em contato com a coluna espinhal, essa substância é capaz de bloquear os nervos presentes na lombar, impedindo que os estímulos dolorosos, vindos da região abdominal e das pernas, cheguem no cérebro. Como resultado, a paciente sentirá dormência e relaxamento dos músculos.

Quando deve ser aplicada

A raquianestesia é utilizada em mulheres que pretendem fazer a cesariana, pouco antes de o procedimento ser iniciado. Há também situações em que essa medicação é aplicada em pacientes de parto normal, quando a mulher se encontra em um estágio avançado do trabalho de parto e necessita de uma medicação com efeito imediato.

Como exemplo, podemos destacar as situações em que a futura mamãe já chega no hospital com fortes contrações e bastante dilatação.

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Benefícios

Assim como a anestesia peridural, a raquidiana traz alguns benefícios para as pacientes. O maior deles é que o remédio consegue bloquear a dor imediatamente. A quantidade de medicamento utilizado é outro fator que merece destaque. Aqui, o anestesista usa uma dosagem muito menor de medicamento, em comparação à peridural.

Pontos negativos

Infelizmente, nem tudo são flores e a anestesia raquidiana pode oferecer algumas desvantagens para as futuras mamães. Veja quais são elas:

  • para que o líquido seja injetado, a mulher precisará ficar imóvel, em uma posição um tanto desconfortável. Essa etapa dura, em média, dez minutos;
  • quando utilizada em partos normais, a anestesia raquidiana provoca uma falta de sensibilidade da cintura para baixo. Isso certamente pode dificultar na hora de a paciente fazer força, o que aumenta as chances do uso de equipamentos, como o fórceps ou a ventosa;
  • em situações raras, a substância causa um certo formigamento nas nádegas ou nas pernas. Esse efeito pode durar alguns dias;
  • raramente, essa opção também é capaz de provocar dor de cabeça intensa. Essa reação ocorre quando há um vazamento de líquor durante a aplicação;
  • há outros casos, ainda mais raros, em que a raquianestesia prejudica a respiração, podendo causar infecções ou traumas nervosos;
  • algumas mulheres têm a impressão de que não estão respirando direito. Essa sensação é causada pela falta de sensibilidade na altura do diafragma. Contudo, é sempre importante avisar o médico sobre o que está acontecendo.

O que é a anestesia combinada?

Você já ouviu falar na anestesia combinada ou de duplo bloqueio? Para quem não sabe, esse método nada mais é do que a junção da anestesia peridural com a raquidiana. Como já falamos aqui, a raquidiana é uma opção capaz de aliviar a dor instantaneamente. Enquanto isso, a peridural promove a durabilidade do efeito.

Essas substâncias podem ser utilizadas juntas, de acordo com o estágio do trabalho de parto e o nível de dor da paciente. Quem deverá decidir o melhor caminho é o anestesista e o obstetra. Habitualmente, essa alternativa é mais recomendada nos casos de parto normal, com a intenção de manter o trabalho de parto até o momento em que a mãe consiga expulsar o bebê.

Tudo isso sem que a paciente sinta dor, sempre aguardando o avanço natural do procedimento. Embora pareça bastante vantajosa, essa técnica não é aconselhada para todas as mulheres. Pessoas com problemas de coagulação ou cardiopatias graves devem evitar o duplo bloqueio.

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1. Como é a aplicação

Para fazer o duplo bloqueio, o anestesista aplica uma anestesia local na área lombar. Em seguida, na região peridural, é realizada uma punção, do mesmo modo como acontece com a anestesia peridural. Com uma agulha, o médico injeta a raquidiana. Feito isso, o médico retira a agulha da primeira substância e insere um cateter peridural, que permanecerá até o fim do procedimento.

2. Como ela funciona

Assim que as duas medicações são absorvidas pelo organismo, a paciente começa a sentir um relaxamento na região da pelve, bem como uma rápida diminuição da dor. De acordo com a necessidade da mulher, também é possível que o anestesista administre mais anestésico durante o parto. A ideia é que o efeito se prolongue por todo o processo.

3. Vantagens e desvantagens

Assim como as outras opções, a anestesia combinada apresenta pontos positivos e negativos. A grande vantagem do método está na sua intensidade e agilidade. A alternativa ainda proporciona maior flexibilidade para os especialistas, já que, por meio do cateter, conseguem injetar mais substâncias em qualquer estágio do parto. As desvantagens são notadas nos efeitos colaterais, que variam entre náuseas, vômitos, dor lombar e dor de cabeça.

Existe parto com anestesia geral?

Além da técnica peridural, raquidiana e de duplo bloqueio, há outro tipo de anestesia usada durante o parto: a geral. Essa opção atua sedando completamente a paciente, fazendo com que ela perca sua consciência, reflexos e a sensibilidade de todo o corpo.

Tal medicamento pode ser aplicado de duas maneiras distintas — injetado diretamente na veia e promovendo um efeito instantâneo, ou inalado com o auxílio de uma máscara, passando pelos pulmões, até cair na circulação sanguínea.

Não existe uma alternativa melhor do que a outra e a escolha dependerá da avaliação do especialista. Caso a anestesia geral seja escolhida, também será preciso realizar a intubação orotraqueal da mulher, que passará a respirar por meio de um respirador.

Hoje em dia, a anestesia geral é rara em um parto, sendo utilizada somente em casos extremos e emergenciais. Um bom exemplo disso são as mulheres que tiveram problemas de coluna e não apresentam espaço suficiente para a inserção da agulha das anestesias peridural e raquidiana. Como solução, o médico costuma optar pela anestesia geral.

Para fugir de complicações, o parto deve ser feito com total agilidade, evitando que o bebê entre em contato com o medicamento. De qualquer modo, as equipes médicas estão sempre preparadas para esses cenários e, dificilmente, a substância passa para o organismo do recém-nascido. Além disso, como a gestante ficará sedada, ela não consegue participar e ver o bebê nascer.

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Complicações para o bebê

Não é por acaso que a anestesia geral é utilizada pelos especialistas como última opção. Com ela, o recém-nascido pode ser diretamente atingido, uma vez que a substância é normalmente aplicada na corrente sanguínea e chega rapidamente na placenta.

Para o bebê, há riscos de depressão respiratória e até mesmo parada cardiorrespiratória. É importante ter em mente que essa é uma alternativa utilizada nas situações em que tanto a mulher quanto a criança correm risco de vida.

Quais os riscos da anestesia para as gestantes?

As anestesias administradas durante o processo de parto são muito seguras e, dificilmente, apresentam riscos graves para a saúde da mãe ou do bebê. O mais comum é que ocorram algumas reações adversas, que desaparecem com o passar do tempo. Para que você entenda melhor, vamos explicar os sintomas mais rotineiros após a aplicação dessas substâncias.

1. Tontura

Quando um medicamento é aplicado na região próxima ao líquor, é normal que a paciente tenha alterações no seu equilíbrio. Após o parto, a mulher pode sentir tonturas ao se levantar, principalmente, se passar um longo período deitada. O sintoma é ainda mais comum em pessoas acima dos 35 anos e que têm histórico de labirintite.

2. Dor de cabeça

A dor de cabeça é um dos sintomas mais comuns após a anestesia raquidiana. Basicamente, o efeito é uma consequência da espessura da agulha utilizada durante a etapa de aplicação da substância, que faz com que o líquor vaze. O melhor caminho para evitar que isso aconteça é utilizar uma agulha mais fina.

Para contornar o efeito colateral, a mulher precisará fazer repouso absoluto e se hidratar bastante. Caso o incômodo persista, a dica é que a mamãe procure um médico e informe sobre o ocorrido.

3. Tremor

Todos os tipos de anestesia podem causar tremores. O sintoma é notado logo após a aplicação da substância e costuma acontecer por conta da diminuição da sensibilidade nervosa ou pela perda de calor corporal.

4. Retenção de líquidos

Quer conhecer outra reação muito rotineira da anestesia? A retenção de líquidos! Ao longo do trabalho de parto e a administração do anestésico, a futura mamãe recebe muito soro — algumas podem receber até 5 litros.

Por essa razão, há uma maior retenção de líquidos e, consequentemente, inchaço no rosto, pés e mãos. Mas não se preocupe, viu? Quando isso acontece, o efeito tende a sumir em pouquíssimos dias, assim que o organismo for eliminando os líquidos por meio da urina e do suor.

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Quanto tempo dura o efeito da anestesia?

Para a cesariana, a anestesia dura até 3 horas. A cirurgia em si tem duração média de 1 hora, mas, após o procedimento, em alguns hospitais as pacientes costumam ficar em uma sala de recuperação, para garantir que a pressão arterial está boa e que não há sangramentos.

Ao sair desse ambiente, a mulher poderá observar que o efeito da anestesia está diminuindo gradativamente e já será possível mexer as pernas, mas ainda não andar normalmente. A anestesia para o parto normal apresenta o mesmo tempo de duração, porém caso o parto dure mais tempo, é possível injetar mais anestesia através do catéter fazendo que a mulher fique anestesiada pelo tempo necessário até o nascimento do bebê. É bom lembrar que a extensão desse tipo de parto costuma variar, conforme o organismo de cada pessoa.

Anestesia geral

O período de duração da anestesia geral é estipulado pelo anestesista. Por se tratar de um procedimento rápido, para evitar complicações, o profissional não costuma utilizar uma grande dosagem do medicamento para a sedação. Muitas pessoas também têm dúvidas sobre o tempo que leva para acordar após a cirurgia. Afirmamos que esse prazo varia muito — de alguns minutos para poucas horas.

Seja qual for a alternativa escolhida, a paciente deverá ser monitorada com equipamentos capazes de medir a pressão arterial, os batimentos cardíacos e a respiração.

Qual é o momento certo para a utilização da anestesia no parto normal?

Verdade seja dita: a anestesia no parto normal faz com que a mulher não sinta dor. Assim que o desconforto é descartado, a paciente tem mais tranquilidade para fazer força e finalizar o procedimento com segurança. Inclusive, o método pode ser muito favorável para pacientes que têm outros incômodos ou complicações de saúde, como a depressão na gestação, uma vez que deixa a futura mamãe bem tranquila e confiante.

A desvantagem é que o medicamento faz com que o parto seja mais lento e, algumas vezes, exige intervenções. Tais interferências podem ser realizadas com o uso do fórceps, da ventosa ou da ocitocina sintética, um componente específico para acelerar o trabalho de parto.

Diante desses fatos, algumas mulheres ficam com receio de pedir a analgesia para o obstetra. Aqui, é essencial saber que cada pessoa reage de uma forma diferente, podendo sentir mais ou menos dor durante o procedimento.

A recomendação é não ultrapassar os seus limites e, se achar necessário, recorra aos medicamentos anestésicos sem culpa ou arrependimentos. A substância pode ser aplicada a qualquer período do parto, dependendo da avaliação do médico, da necessidade da mãe e da disponibilidade do anestesista.

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Qual é o impacto na dilatação do colo do útero?

Se a anestesia for realizada por um especialista capacitado, a técnica só trará benefícios para o parto, deixando a mulher bem relaxada e promovendo a dilatação do colo do útero. Sendo assim, o mais adequado é que a analgesia seja utilizada quando a dilatação está entre 3 e 4 cm.

O período exato deverá ser definido pela paciente e o seu obstetra. Algumas mulheres apresentam dilatação de, no máximo, 3 cm, e já sentem muita dor. Outras chegam ao hospital para o parto com 7 cm, sem incômodos.

E então, depois desta leitura, ficou claro quais os riscos e vantagens que a anestesia pode proporcionar para o seu trabalho de parto? Independentemente do tipo de parto escolhido e da substância utilizada, procure ficar tranquila e, se possível, realizar todo o procedimento com uma equipe médica de sua confiança.

Respeitar o seu corpo também é uma dica supervaliosa, ainda mais quando se trata do parto normal. A dor é algo comum, mas você não precisa ultrapassar os seus limites para dar à luz. Atualmente, existem muitos métodos capazes de minimizar os incômodos e fazer com que esse momento seja repleto de lembranças positivas. Pense nisso!

Agora que você já sabe tudo sobre os tipos de anestesia em gestantes, compartilhe este post em suas redes sociais favoritas para que outras mamães também fiquem bem informadas sobre o assunto!

Categorias: Gravidez , Tipos de parto / Pós parto

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    Dra. Juliana Torres Alzuguir Snel Corrêa

    Dra. Juliana Torres Alzuguir Snel Corrêa

    (CRM: 5279398-1)
    Residência Médica em Ultrassonografia Obstétrica e Geral;
    Ginecologia Infanto Puberal (criança e adolescente);
    Atua como ginecologista obstetra há 12 anos.

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    A CordVida produz o conteúdo desse blog com muito carinho e com o objetivo de divulgar informações relevantes para as futuras mães e pais sobre assuntos que rondam o universo da gravidez. Todos os artigos são constituídos por informações de caráter geral, experiências de outros pais, opiniões médicas e por nosso conhecimento científico de temas relacionados às células-tronco. Os dados e estudos mencionados nos artigos são suportados por referências bibliográficas públicas. A CordVida não tem como objetivo a divulgação de um blog exaustivo e completo que faça recomendações médicas. O juízo de valor final sobre os temas levantados nesse blog deve ser estabelecido por você em conjunto com seus médicos e especialistas.